“Além disso, a maioria destes softwares táticos são de verdadeiras autópsias do jogo, ou seja, de nada adianta ter uma leitura ou enxergar uma determinada tendência após o paciente ter morrido. Tais ferramentas teriam a função de alertar comportamentos ou padrões que indiquem perigo ao paciente, ou seja, que a equipe está próxima de levar o gol.”
Hoje terminou o evento de dois dias, o Leaders in Football, direcionado aos “decision makers” do futebol internacional, realizado em Stamford Bridge, casa do Chelsea FC.
A presença de representantes de clubes ingleses e europeus foi ampla. Do Brasil, além da presença do prof. João Paulo Medina, convidado pela organização do evento, reconheci o presidente do Coritiba, Jair Cirino e do colunista da Universidade do Futebol e professor da Universidade de Liverpool, Oliver Seitz.
Palestrantes e representantes de várias entidades dividiram-se nos dois dias, trocando experiências e promovendo o business futebol. O espaço da feira foi ocupado por expositores de diversos países, que apresentaram desde projetos para a construção de estádios aos softwares de leituras tática do jogo.
Aliás, esta é uma frágil realidade que acompanho há algum tempo. A oferta de softwares técnicos no futebol – no Brasil e no mundo – em sua grande maioria, é restrita a opções de organizações táticas online, no auxílio da leitura mais detalhada do jogo. Isso mostra o quanto espaço ainda temos para explorar sobre as questões técnicas, envolvendo o conhecimento de diversas áreas que dão suporte ao campo.
Além disso, a maioria destes softwares táticos são de verdadeiras autópsias do jogo, ou seja, de nada adianta ter uma leitura ou enxergar uma determinada tendência após o paciente ter morrido. Tais ferramentas teriam a função de alertar comportamentos ou padrões que indiquem perigo ao paciente, ou seja, que a equipe está próxima de levar o gol.

Os principais keynotes nesses dois dias de Leaders in Football, na minha opinião foram:
- MLS (Major Soccer League) – o case de construção da Liga Americana e a explosão do futebol no país, por Joe Roth, um dos fundadores da MLS.
- Desenvolvimento de Talentos – Frank Arnesen, Diretor e manda-chuva do Chelsea FC.

- Mantendo o passado para o futuro. O case Bundesliga, por Martin Burkhalter, CEO da Virzrt, empresa especializada em capturar, organizar e distribuir conteúdo, em diversas plataformas.
O espaço do evento foi muito bem aproveitado, com o espaço ao ar livre integrado ao gramado do Chelsea, literalmente aproximando os negócios com o campo.






Olá Tega, este ano estarei por lá. Mando notícias.
Continue com os ótimos textos.
Grande abraço!
Oi Alessandro! Na sua volta, combinamos um almoço pra gente se atualizar e colocar o papo em dia. Boa viagem e aproveite bastante!
Do amigo,
Tega