A Escola Brasileira Descaracterizada de Futebol

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“A minha preocupação hoje no futebol brasileiro é ver o sub-12 e o sub-13 com cargas excessivas de trabalhos técnicos e físicos. Você perde a vontade de jogar futebol. Nesta fase, você tem que estimular o moleque a gostar de jogar bola, a entender o espírito do jogo. Não ter a preocupação de ganhar, mas de fazer o processo bem feito… que transportando do passado, era o futebol de rua.”

Devemos medir a capacidade de um treinador das categorias de base em relação ao número de atletas revelados que atingiram (e permaneceram!) na equipe principal ou pelo número de títulos conquistados em torneios amadores?

Paulo Autuori, um dos principais treinadores no país, destaca as falhas e carências no processo de desenvolvimento de atletas no futebol brasileiro, quanto a maneira de produzirmos nossos camisas 10, ou seja, sobre o resgate e preservação dos aspectos lúdicos, artísticos e criativos (habilidade criativa!) que levaram o futebol brasileiro a ocupar um lugar de destaque no cenário mundial.

Dica do vídeo enviada pelo www.fernandomartinho.com

Confira aqui trechos da entrevista do treinador

Sobre Tega

Eduardo Conde Tega é executivo da Universidade do Futebol e acredita que o Brasil poderá um dia, enfim, tornar-se um centro de excelência na formação de profissionais do futebol.
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