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	<title>Caderno de Campo &#187; Profissionalização</title>
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	<description>“Quem quiser entender de futebol só estudando futebol, nunca vai saber tudo sobre futebol.” (Manuel Sérgio)</description>
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		<title>Caderno de Campo &#187; Profissionalização</title>
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		<title>A Encruzilhada do Futebol Brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Paulo André Benini, no especial da Universidade do Futebol sobre o trabalho metodológico desenvolvido no Brasil. &#8220;Nos esquecemos de investir em planejamento, estruturação e, principalmente, capacitação de profissionais para darmos sequência à produção e consolidação da nossa hegemonia no futebol mundial.&#8221; &#160; &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2012/03/13/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=2043&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por Paulo André Benini, </strong>no especial da <a href="http://www.universidadedofutebol.com.br">Universidade do Futebol</a> sobre o trabalho metodológico desenvolvido no Brasil.</p>
<blockquote><p><a href="http://daiotega.files.wordpress.com/2012/03/crossroad.jpg"><img class=" wp-image-2051 alignnone" title="crossroad" src="http://daiotega.files.wordpress.com/2012/03/crossroad.jpg?w=421&h=273" alt="" width="421" height="273" /></a></p>
<p>&#8220;Nos esquecemos de investir em planejamento, estruturação e, principalmente, capacitação de profissionais para darmos sequência à produção e consolidação da nossa hegemonia no futebol mundial.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se dissermos que o jogo de futebol se divide em três princípios básicos e deles, todas as variações são possíveis, eu diria que:</p>
<p><strong><em>tecnicamente</em></strong> sempre fomos muito superiores a qualquer outra nação;</p>
<p><strong><em>fisicamente,</em></strong> em algum período, chegamos a ser inferiores;</p>
<p>e <strong><em>taticamente</em></strong> sempre sofremos com a falta de disciplina na aplicação da estratégia porque éramos tão melhores jogadores de bola que sempre achamos um jeito de vencer nossos rivais.</p>
<p>Assim sendo, inicialmente decidimos resolver a discrepância física e incrementamos toda a cientificidade oferecida pelos melhores estudos e artigos já produzidos para construirmos o atleta ideal. O intuito era nos equipararmos aos europeus e para isso, quebramos inúmeras barreiras culturais introduzindo a musculação e os treinos físicos específicos para jogadores de futebol.</p>
<p>Durante anos os especialistas na área tinham vontade de vomitar ao escutar dirigentes, treinadores e comentaristas dizendo que a musculação deixaria o jogador travado. De qualquer forma e com certa demora, evoluímos muito na qualidade dos treinos físicos e permitimos que a ciência entrasse no futebol brasileiro.</p>
<p>Até aí, tudo bem.</p>
<p>Conseguimos igualar a valência física e continuamos com a supremacia técnica. Éramos então praticamente imbatíveis. Mas em algum momento da história do futebol e da economia brasileira, os clubes se encontravam em péssima condição financeira e não conseguiam gerar outro tipo de renda que não com a venda de jogadores para o mercado europeu.</p>
<p>Demoramos muito para nos estruturarmos, explorarmos o marketing e a paixão doentia do nosso torcedor, gerando receitas que, aliadas aos direitos de TV, tornassem o clube auto-suficiente. Então, o único meio de sobrevivência encontrado por dirigentes amadores e despreparados naquela época era vender atletas à Europa para solver dívidas e contratar medalhões, ganhando assim, o apoio popular.</p>
<p>Desde então, estamos produzindo jogadores para os europeus, buscando selecioná-los e prepará-los de acordo com o perfil de jogo que facilita essa negociação.</p>
<p>Pior que isso, o nosso erro foi acreditar que o atleta ideal era aquele que existia na Europa. Boa estatura, forte, sem muita ginga (pois futebol já não era mais brincadeira), disciplinado, com bom jogo aéreo e o mais importante, com nome e sobrenome. Chegamos ao cúmulo de tirar até os apelidos dos nossos meninos da base para que eles ficassem mais vendáveis aos olhos e aos cofres do velho continente. Em pleno século 20, ainda éramos colônia, explorados pelos europeus que compravam barato e lucravam com o desempenho e as futuras transferências daqueles “produtos” importados. Apesar disso, nós brasileiros estávamos felizes e pensávamos que essa “facilidade” de achar matéria-prima abundante e vendê-la para o além-mar era a salvação da lavoura. Não nos preocupávamos com o êxodo de jogadores porque a renovação e o talento eram tão naturais do nosso povo que a cada ano surgiam mais e mais jogadores de qualidade. Se quiséssemos, montaríamos três ou quatro seleções em condições de ganhar uma mesma Copa do Mundo.</p>
<p>Nesse período (e durante esse processo), ainda mantínhamos a supremacia técnica e por isso demoramos anos para perceber que o jogo também evoluiu. O futebol passou a ser estudado e analisado tanto quanto o organismo humano ou a economia mundial. Também pudera, algo que gera tantos bilhões de dólares e movimenta outros tantos bilhões de torcedores ao redor do planeta não poderia ser deixado ao azar ou ao talento nato de seus praticantes.</p>
<p>Então, enquanto nos dedicávamos aos treinos físicos – com tiros de 1000m, 300m etc… – os europeus faziam tudo dentro do campo, com a bola. Trabalhos mais intensos e disputados, mini jogos que exploravam especificamente um princípio de ataque ou de defesa, tudo inserido ao jogo.</p>
<p>Cada treino tinha um objetivo e o sincronismo dos movimentos de pressão ao adversário, de bloco alto (encurtar o campo), de trocas de passes rápidas e com o menor número possível de toques na bola se tornaram exigências do futebol contemporâneo.</p>
<p>A linha de 4 defensiva e a tentativa de roubar a bola no campo adversário já eram praticadas muito antes de eu chegar à Europa em 2006. Estamos em 2012 e no Brasil tem gente que ainda fala em ala, três zagueiros e volante de contenção.</p>
<p>A falta de visão, de protecionismo, de estímulos para a manutenção de talentos e de desenvolvimento do estilo brasileiro de se jogar futebol se revela hoje, duas décadas depois, um grave problema.</p>
<p>Nos esquecemos de investir em planejamento, estruturação e, principalmente, capacitação de profissionais para darmos sequência à produção e consolidação da nossa hegemonia no futebol mundial.</p>
<p>Nos preocupamos em vender a nossa Seleção e esquecemos-nos de reinvestir o lucro nas futuras gerações.</p>
<p>Usamos os “produtos” produzidos e formados pelos nossos clubes, mas esquecemos de retribuir o serviço com a criação de campeonatos mais fortes e rentáveis, infra-estrutura de qualidade (estádios, gramados, etc…) e capacitação de pessoas em todas as áreas do esporte brasileiro (gestores, técnicos, preparadores físicos, scouts etc…).</p>
<p><strong><em>Estamos atrasados.</em></strong></p>
<p>Quase não temos cursos capacitantes que valham à pena.</p>
<p>O círculo do futebol brasileiro é restrito, fechado e avesso a novas ideias.</p>
<p>Quase não temos estudiosos do jogo, das variações táticas ou dos treinamentos específicos.</p>
<p>Nossa formação de base não ensina para o futebol atual, mas, sim, para o futebol de outrora.</p>
<p>Insistimos em coisas do arco da velha simplesmente porque a maioria dos nossos ex-jogadores (atuais treinadores) não está preparada para formar novos atletas.</p>
<p>Falta conhecimento e posteriormente a aplicação de ferramentas como a teoria do jogo, a psicologia e a pedagogia aplicadas ao esporte para que possamos sair do marasmo em que nos encontramos.</p>
<p>Precisamos abdicar de fórmulas que um dia deram certo e que se tornaram tradicionais para chacoalhar os estaduais, as divisões inferiores e os times “pequenos”, assim como um dia passamos do sistema de mata-mata para pontos corridos, dando mais estabilidade financeira aos clubes e atletas.</p>
<p>Talvez seja a hora de quebrarmos outros paradigmas.</p>
<p>Admitir que o modelo está ultrapassado e que precisamos mudar é o primeiro passo. O problema é que poucas pessoas estão preocupadas com isso. Na verdade poucos enxergam o atraso, só reclamam que a Seleção não está bem.</p>
<p>Novos valores e estudiosos do jogo não conseguem se inserir no meio porque não jogaram futebol e não tem a confiança do mercado. A categoria de base da maioria dos clubes brasileiros está jogada ao Deus dará. Os cargos dentro dos clubes, federações e confederações ainda são políticos e não técnicos. Isso tem que mudar!</p>
<p><strong><em>O Brasil se encontra em uma encruzilhada.</em></strong></p>
<p>Na verdade, estamos parados diante dela há alguns anos, observando, com olhos fixos, a estrada que nos trouxe até aqui.</p>
<p>Ela é repleta de flores, encantos e conquistas. Revendo o trajeto, nos apaixonamos pela construção da nossa história e temos a certeza e o orgulho de saber que os melhores times e os maiores jogadores que o planeta já viu foram brasileiros.</p>
<p>Enxergamos também que ganhamos, orgulhosa e merecidamente, o apelido de “País do futebol”, o maior exportador de pé-de-obra que o mundo conheceu.</p>
<p>Dominamos o futebol mundial e possuímos, por anos, estrelas em todos os grandes campeonatos nacionais do velho continente. Todos tinham medo da camisa amarela e os brasileiros, encantados, paravam para ver a seleção canarinho jogar. Por tudo isso, passamos anos desfrutando da beleza do nosso futebol e do avanço que tínhamos sobre os demais.</p>
<p>Acreditamos que tudo era possível ao país que tem no DNA de seu povo, o talento do futebol.</p>
<p>Hoje, olhando ao redor, mais próximos da encruzilhada, ainda pelo caminho que construímos, vemos sonhos, delírios e extravagâncias que desperdiçaram tempo e dinheiro e não se transformaram em nada. Um período sonolento em que a falta de capacidade se justificou de inúmeras formas, especialmente pelo passado esplendoroso que construímos.</p>
<p>Mas eis que recentemente, atônitos e ainda parados na estrada, fomos despertados pelo barulho ruidoso dos motores <strong><em>espanhóis, holandeses e alemães</em></strong> que passaram por nós sem pedir licença. Aceleraram em tamanha velocidade que ainda não conseguimos reparar quais as novas peças da engrenagem os fazem acelerar tão depressa.</p>
<p>E cá estamos nós, olhando fixamente para a encruzilhada buscando dicas de para onde seguir ou qual o melhor caminho a tomar&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/2043/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/2043/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=2043&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uma Proposta para as Equipes de Base da Seleção Brasileira</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/11/26/equipes-de-base-da-selecao-brasileira/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 16:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ney Franco, atual coordenador das categorias de base da CBF, foi o professor convidado no último final de semana, no curso Master em Técnica de Campo, parceria entre Universidade do Futebol e Federação Paulista de Futebol. Já o conhecia de &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/11/26/equipes-de-base-da-selecao-brasileira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1996&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:center;"><a href="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/11/ney-franco-cbf.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1998" title="Ney Franco CBF" src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/11/pan-ney-franco-foto-divulgacaocbf_lanima20111011_0066_38.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
</blockquote>
<p>Ney Franco, atual coordenador das categorias de base da CBF, foi o professor convidado no último final de semana, no <a href="http://www.cursosfutebol.com.br/cronograma">curso Master em Técnica de Campo</a>, parceria entre Universidade do Futebol e Federação Paulista de Futebol.</p>
<p>Já o conhecia de outras oportunidades, mas esta foi a primeira vez em que debatemos alguns assuntos com mais profundidade.</p>
<p>Talvez o de maior relevância, foi o da intenção do coordenador em estruturar um projeto metodológico para as categorias de base nas seleções amadoras do nosso país, do Sub-15 ao Sub-20.</p>
<p>Foi gratificante escutar este mineiro simpático e de boa conversa &#8211; quase uma redundância &#8211; e que recentemente se tornou um dos treinadores mais vencedores dos últimos anos, falar criticamente sobre os trabalhos de (de)formação nas categorias de base em nosso país, bem como de sua penúltima experiência frente à Seleção Brasileira Sub-20, que culminou com o título sul-americano.</p>
<p>Independente de sua escolha sobre qual metodologia de desenvolvimento de atletas que pretenda adotar &#8211; das <span style="text-decoration:underline;"><em>tradicionais</em></span> às <span style="text-decoration:underline;"><em>pautadas pela complexidade do jogo</em></span> &#8211; o fato mais importante é a existência de um projeto norteador.</p>
<p>As críticas à (de)formação de atletas nos clubes brasileiros tornaram-se comuns nos debates técnicos dos treinadores e coordenadores que acompanham a realidade das categorias de base: inexistência de uma metodologia unificada entre as equipes de um mesmo clube, priorizar a conquista de títulos, desconsiderar aspectos técnicos da inteligência de jogo, falta de critérios técnicos e científicos durante a evolução do processo de desenvolvimento (quando desenvolver o quê e em qual idade),  além da ausência de capacitação de qualidade para os profissionais que atuam na gestão de campo, entre tantas outras.</p>
<p>Desejo ao nosso coordenador toda a sorte e as melhores condições de trabalho, necessárias para a implantação de suas ideias.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1996/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1996/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1996&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As Lições de Steve Jobs para o Futebol (Homenagem)</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/10/06/as-licoes-de-steve-jobs-para-o-futebol-homenagem/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 19:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Criatividade é apenas conectar as coisas.&#8221; (Steve Jobs, co-fundador e presidente eterno da Apple.) (Texto de Março de 2009) Li pela segunda vez o livro “A Cabeça de Steve Jobs”, de Leander Kahney &#8211; editor da revista eletrônica Wired.com. Ao &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/10/06/as-licoes-de-steve-jobs-para-o-futebol-homenagem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1983&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:center;"><a href="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/10/steveapplewide.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1988" title="Steve in Apple" src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/10/screen-shot-2011-10-06-at-10-17-44.jpg?w=640" alt=""   /></a> &#8220;Criatividade é apenas conectar as coisas.&#8221;</p>
<p style="text-align:center;">(Steve Jobs, co-fundador e presidente eterno da Apple.)</p>
</blockquote>
<p>(Texto de Março de 2009)</p>
<p>Li pela segunda vez o livro “A Cabeça de Steve Jobs”, de Leander Kahney &#8211; editor da revista eletrônica Wired.com.<br />
Ao traçar um paralelo de algumas lições de Steve com outros segmentos corporativos, foi na indústria da bola que as coisas se conectaram bem. Teria algo a ensinar ao futebol o homem que é sinônimo de inovação e que desde os anos setenta vem transformando a maneira de pensar da informática, da indústria de animação e, mais recentemente, da música digital?<br />
<strong><br />
</strong><strong>Busque informação; não faça suposições.</strong> Como gestor, audite constantemente o seu clube (empresa) e tome decisões através de dados objetivos. Ter informação não é o mesmo que ter conhecimento.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Foco significa dizer “não”.</strong> Steve tem um grupo pequeno de ótimos profissionais que concentram seus esforços em poucos projetos. Identifique as unidades de negócio prioritárias de seu clube, direcione os melhores profissionais à esses focos e execute-os da melhor maneira.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Encontre uma maneira fácil de apresentar novas idéias.</strong> Nem sempre os seus próprios funcionários compram a sua idéia ou projeto, ainda mais se mudanças de cultura ou de paradigma estiverem em jogo. Trace uma estratégia para vender bem a sua proposta. O sucesso, antes de mais nada, depende desta tarefa caseira.</p>
<p>I<strong>nclua todo mundo.</strong> O design não se restringe somente aos designers. Profissionais do marketing, programadores e engenheiros podem descobrir juntos como desenvolver um produto melhor. Não, não estou dizendo que a nutricionista ou o psicólogo devam escalar a equipe. Nem tampouco achar que o departamento de marketing tenha a função de determinar a melhor data para colocar o garoto propaganda do clube de titular. Esta é a função do técnico, o orientador tático, e ainda continuará sendo. Mas a lição serve para mostrar que o conhecimento, quando integrado e coordenado para determinado fim, seja na área técnica, administrativa etc., pode ser melhor aproveitado.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Só estabeleça parcerias com atores nota 10 e demita os idiotas. Invista em pessoas.</strong> Ter funcionários talentosos é uma das principais vantagens competitivas diante da concorrência. Sempre perderemos talentos &#8211; sejam atletas ou profissionais da área técnica &#8211; para outros clubes com maior poder aquisitivo. É a lei da selva. Invista em capacitação sempre e seja um gestor profissional, identificando quem realmente possa contribuir para o seu negócio ou quem já deixou de remar faz tempo.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Não dê ouvidos aos que só dizem “sim”. Trave combates intelectuais.</strong> O pensamento crítico e criativo sempre será bem vindo. Desafiar idéias é um dos hobbies preferidos de Steve. Desconfie se as pessoas ao seu redor estiverem dizendo amém à tudo que propõe. São essas pessoas que lhe contradizem após um fracasso e, na maioria das vezes, fazem as críticas indiretamente.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Dê total liberdade a seus parceiros.</strong> Criatividade não está restrita ao meio tecnológico. A inovação está presente em todos os segmentos da nossa vida: do GPS do carro ao material da chuteira do atacante. De quem foi a idéia de explorar a camisa do seu time para vender uma marca ou produto?<br />
<strong><br />
</strong><strong>Não perca o consumidor de vista.</strong> Estude o mercado e o setor. Coloque-se no lugar do consumidor (torcedor) e analise se o serviço criado atende as expectativas dele ou atende as suas. Esteja vigilante em relação as tendências da indústria do futebol e seja amigo das pesquisas e dos números.<strong><br />
</strong><strong><br />
</strong><strong>Faça as coisas em equipe.</strong> O iPod e o iPhone não foram inventados por uma única pessoa. O sucesso numa temporada, por exemplo, vem do trabalho em equipe e valorizar este aspecto, dividindo responsabilidades e louros, é no mínimo, o caminho mais adequado a seguir.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Estude</strong>. Steve não chegou ao final de uma gradução, mas é um profundo conhecedor de arte, arquitetura e design. Isto o coloca em pé de igualdade ao conversar com especialistas de outras áreas na tomada de decisões sobre os rumos de sua empresa.</p>
<p>No futebol brasileiro, por exemplo, para muitos basta ter sido um ex-atleta para ter vaga garantida como treinador ou dirigente esportivo. Nossa cultura no esporte é um pouco desse jeito. O conhecimento científico não precisa entrar em campo e a figura caricata do dirigente &#8211; que solta pérolas da bola, trata o torcedor com desrespeito e acha que sabe tudo sobre futebol &#8211; ainda existe e irá continuar existindo.</p>
<p>Mas no futuro, serão nos modelos de desenvolvimento sustentado que encontraremos profissionais modernos, eficazes e que conhecem (estudaram) vários aspectos que compõe o conhecimento sobre futebol, ou pelo menos, dividem tal sabedoria com profissionais especialistas numa visão integrada.</p>
<p>No vídeo abaixo, Steve Jobs narra o primeiro comercial &#8216;Think Different&#8217; em 1997, chamado de &#8220;Here&#8217;s to the Crazy Ones&#8221;.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cadernodecampo.com/2011/10/06/as-licoes-de-steve-jobs-para-o-futebol-homenagem/"><img src="http://img.youtube.com/vi/8rwsuXHA7RA/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><em>&#8220;Because the people who are crazy enough to think they can change the world… are the ones who do.&#8221;</em></p>
<div>Leia mais: <a href="http://macmagazine.com.br/2011/10/06/steve-jobs-voce-mudou-as-nossas-vidas-obrigado-steve-adeus-steve/#ixzz1a0tl8PuO">Steve Jobs, você mudou as nossas vidas; obrigado, Steve. Adeus, Steve. | MacMagazine</a></div>
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<div id="watch-description-text">
<p id="eow-description"><span class="Apple-style-span" style="font-family:Monaco, Consolas, 'Andale Mono', 'DejaVu Sans Mono', monospace;font-size:13px;line-height:19px;"><a href='http://twitter.com/tega' class='twitter-follow-button' data-show-count='false' data-text-color='#333333' data-link-color='#0066cc'>Follow @tega</a></span></p>
</div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1983/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1983/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1983&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tega</media:title>
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			<media:title type="html">Steve in Apple</media:title>
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		<title>Frase da Semana</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/08/30/frase-da-semana-11/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 19:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Jordi Melero Busquets, ex-jogador do F.C. Barcelona e atual Gerente de Prospecção na América Latina e Europa, sobre o perfil de atleta que o clube catalão cultiva. &#8220;O clube procura através da sua filosofia de jogo,  selecionar e desenvolver atletas &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/08/30/frase-da-semana-11/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1955&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/08/screen-shot-2011-08-29-at-20-50-291.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1956" title="Jordi " src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/08/screen-shot-2011-08-29-at-20-50-291.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p><strong>Jordi Melero Busquets</strong>, ex-jogador do <strong>F.C. Barcelona</strong> e atual Gerente de Prospecção na América Latina e Europa, sobre o perfil de atleta que o clube catalão cultiva.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;O clube procura através da sua filosofia de jogo,  selecionar e desenvolver atletas que não precisam ser simplesmente altos e fortes, mas se exige boa técnica individual, com destaque para o fundamento do passe, inteligência e pensamento rápido, velocidade de bola e dinamismo em campo para todas as posições, sentido coletivo de marcação (incluindo-se os atacantes); além de requisitos comportamentais, onde <strong>ser discreto</strong> deve ser uma das suas características.&#8221;</p>
<p><strong>Nota do autor: </strong></p>
<p>Talvez seja por isso que o atacante Neymar, um dos melhores da atualidade, não seja uma das preferências do F.C. Barcelona.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1955/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1955&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tega</media:title>
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			<media:title type="html">Jordi </media:title>
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		<title>A Grande Sacada para as Categorias de Base: Capacitar seus Atletas</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/08/26/a-grande-sacada-para-as-categorias-de-base-capacitar-seus-atletas/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 18:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complexidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dirigentes]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[Jogo]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>

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		<description><![CDATA[“Chegará o dia em que estará criado um processo irreversível nas categorias de base, onde trocas de comando de um clube &#8211; técnicas, administrativas ou políticas – não terão o efeito necessário para que os atletas deixem de refletir e &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/08/26/a-grande-sacada-para-as-categorias-de-base-capacitar-seus-atletas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1935&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:center;"><a href="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/08/innovations.jpg"><img class="size-medium wp-image-1962 aligncenter" title="innovations" src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/08/innovations.jpg?w=300&h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;">“Chegará o dia em que estará criado um processo irreversível nas categorias de base, onde trocas de comando de um clube &#8211; técnicas, administrativas ou políticas – não terão o efeito necessário para que os atletas deixem de refletir e contestar os métodos de treinamento.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Em tempos de crises e mídias sociais, muita coisa vem acontecendo por todo o planeta. Corruptos são presos pela manhã e soltos à tarde, países ricos ficam pobres ao anoitecer e a consciência coletiva de que algo precisa ser feito pela nossa subsistência e qualidade de vida deixa de ser clichê.</p>
<p>E o futebol (ah o futebol!), também vive suas particularidades. Apesar dos clubes continuarem a gastar mais do que recebem e das seleções tradicionais não mais figurarem isoladas no topo do ranking da FIFA, mais pessoas comuns analisam o jogo: estudiosos, curiosos e gente interessada em saber de verdade o que acontece dentro das quatro linhas.</p>
<p>Principalmente no continente europeu, onde há décadas se estudam e aplicam as novas teorias relacionadas ao jogo e treinamento do futebol e, muito em função disso, começamos a perceber um distanciamento qualitativo de algumas equipes e seleções em relação ao resto do mundo. E, infelizmente, o Brasil está incluído neste <em>resto</em>.</p>
<p>O grande desafio nos próximos anos será pela busca da popularização em solo tupiniquim, desse olhar mais científico, lógico e nem menos apaixonante sobre o futebol.</p>
<p>Muito embora as novas maneiras de enxergar o jogo e o treino do futebol sejam positivas, permitindo inclusive que alguns desvios no processo de formação de atletas sejam corrigidos, resistências a este novo olhar sempre irão ocorrer. E as comparações entre metodologias de trabalho, muitas vezes sem embasamento científico, serão inevitáveis.</p>
<p>Como treinar uma equipe de futebol aproximando-a da imprevisibilidade (e realidade) do jogo, e como trabalhar nas equipes técnicas de maneira integrada e com mais qualidade, são questões essenciais a serem respondidas por quem pretende estar à frente do seu tempo.</p>
<p>Nos esportes coletivos, e no futebol em particular, pesquisadores e especialistas dissecaram as dinâmicas do jogo, que apontaram para eventos comuns e com padrões que se repetem. Foram identificados <strong>quatro momentos</strong> que nos permitem entender as tais dinâmicas: defesa, transição ao ataque, ataque e transição à defesa.</p>
<p>Nessas quatro situações, todos os jogadores tem um comportamento muito particular em campo, com ou sem a bola.</p>
<p>Os jogadores se relacionam e formam um todo organizado, que é a equipe. Cada equipe tem seus próprios jogadores que se relacionam uns com os outros de maneira particular e essas relações variam quando a equipe está <strong>atacando</strong>, <strong>defendendo</strong> e realizando as <strong>transições</strong>.</p>
<p>Por exemplo: <strong>com a bola</strong>, os jogadores agem com o objetivo de manter a sua posse na busca pelo gol adversário. Os atletas irão se relacionar dentro do campo de uma forma bastante específica para que isso ocorra. Quando a equipe está <strong>sem a bola</strong>, os jogadores irão criar dificuldades para que a equipe adversária progrida no campo de jogo e consiga chegar à sua meta. Nestes dois exemplos, os comportamentos e intenções dos jogadores e da equipe são bem distintos.</p>
<p>E o treinador pode moldar a forma como a equipe joga nesses momentos. <strong>Modelo de Jogo</strong> é o nome dado à forma como a sua equipe deve se comportar no jogo de uma maneira geral, ou seja, como ela defende, ataca e faz as transições. Está intrinsecamente ligado à estrutura da equipe, ou seja, como ela pretende construir o seu jeito de jogar.</p>
<p>A escolha dos atletas é realizada respeitando essas características e devem estar sintonizadas com as ideias do treinador, que por sua vez, irá procurar estar conectado com a cultura e filosofia do clube.</p>
<p>O comportamento dos jogadores e da equipe, em cada momento, pode variar com intenções diferentes, ou seja, o treinador pode influenciar a forma como a relação entre os jogadores acontecerá em cada um dos quatro momentos do jogo.</p>
<p>Na teoria, chamamos de <em>princípios estruturais</em> a forma como os atletas devem se posicionar no campo de jogo. Já <em>princípios operacionais</em> é o nome dado ao que fazer em cada momento do jogo (defesa, ataque e transições).</p>
<p>O futebol é um jogo complexo e saber fazer funcionar as relações entre os jogadores durante a partida é a chave para a obtenção de sucesso.</p>
<p>Saber <strong>o que</strong> e <strong>como fazer</strong> nos momentos do jogo é o xis da questão.</p>
<p>A partir deste entendimento é que podemos moldar a forma de como a equipe deve <strong>treinar</strong>, aproximando-a da realidade da partida e do que ela poderá encontrar diante de um adversário. Inicia-se a construção do jogar da equipe, ou seja, o <strong>Modelo de Jogo</strong> começa a ganhar vida.</p>
<p>Os <a href="http://universidadedofutebol.com.br/ConteudoCapacitacao/Cursos/Detalhes.aspx?id=6&amp;vs=1">jogos reduzidos e adaptados</a> tem papel importante em algumas propostas metodológicas no futebol. Mas como qualquer remédio, não basta apenas ler a bula para aplicá-lo. Um médico deve ser consultado e, de preferência, um que reconheça e reflita o valor das teorias antes de sair cortando com seu bisturi.</p>
<p>De maneira muito incipiente, algumas boas iniciativas começam a ser percebidas em nosso país, muito em função da sensibilidade de profissionais em cargos de direção e coordenação, que partem para um processo de reciclagem de seus recursos humanos, particularmente dos profissionais que atuam dentro de campo.</p>
<p>E mesmo restrito às categorias de base, alguns clubes brasileiros dão seus primeiros passos em direção aos novos tempos, criando ambientes de aprendizagem aos gestores de campo, buscando reciclar suas equipes técnicas com profissionais mais sintonizados com esta nova perspectiva.</p>
<p>A próxima e mais importante etapa, será a conscientização e <strong>capacitação dos atletas</strong> das categorias de base, melhorando o canal de comunicação com seus treinadores e facilitando o diálogo sobre o porquê deste ou daquele tipo de treinamento.</p>
<p>Dessa forma, estará criado um processo irreversível, onde trocas de comando de um clube &#8211; técnicas, administrativas ou políticas – não terão o efeito necessário para que os atletas deixem de refletir e contestar os métodos de trabalho</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1935/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1935/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1935&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Currículo de Formação do Atleta de Futebol &#8211; Parte I</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/07/19/o-curriculo-de-formacao-do-atleta-de-futebol-parte-i/</link>
		<comments>http://cadernodecampo.com/2011/07/19/o-curriculo-de-formacao-do-atleta-de-futebol-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 13:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dirigentes]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Saber o que ensinar e desenvolver, do sub-11 ao sub-20, é papel dos profissionais das categorias de base.&#8221; por Eduardo Barros, via Universidade do Futebol O nosso futebol passa por um gradativo processo de profissionalização. As mudanças na Lei Pelé, &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/07/19/o-curriculo-de-formacao-do-atleta-de-futebol-parte-i/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1930&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><img src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/07/fotodotexto.jpg?w=640" alt="fotodotexto.jpg" /></p>
<p>&#8220;Saber o que ensinar e desenvolver, do sub-11 ao sub-20, é papel dos profissionais das categorias de base.&#8221;</p></blockquote>
<p>por Eduardo Barros, via <a title="Universidade do Futebol" href="http://www.universidadedofutebol.com.br">Universidade do Futebol</a></p>
<p>O nosso futebol passa por um gradativo processo de profissionalização. As mudanças na Lei Pelé, que privilegiam o clube formador, como por exemplo, o direito da verba de solidariedade inclusive para transferências nacionais, são indicativos de que a formação do atleta brasileiro está sendo redimensionada e que a devida importância lhe está sendo conferida.</p>
<p>É certo, também, que os futuros craques do Brasil, em cinco, sete, 10, 12 anos, hoje estão nas categorias de base dos milhares de clubes existentes no país e que será insignificante a quantidade de atletas que sairão direto dos campos de várzea para o alto nível profissional.</p>
<p>Sob este viés, a gestão integrada da base será pré requisito para que, após os oito a 10 anos de processo de formação de uma determinada categoria, a quantidade de atletas de alta performance seja satisfatória. Além disso, a comunicação entre todas as comissões técnicas dos clubes deverá ser constante no que tange a definição dos pontos fortes e fracos de cada atleta e equipe ao longo dos anos, para nortear as decisões estratégicas, técnicas e administrativas da empresa.</p>
<p>O grande diferencial do trabalho de campo diante dessa nova perspectiva deve ser o desenvolvimento, por parte de cada clube de base, do currículo de formação do atleta de futebol. Nele, cada instituição pode definir os perfis dos atletas que pretendem formar e quais serão os conteúdos ensinados para que os diferentes perfis sejam alcançados.</p>
<p>Entretanto, conforme foi citado anteriormente, a profissionalização do futebol brasileiro é gradativa, logo, a gestão integrada da base, que é fundamental para modificações sensíveis nos corpos técnicos de cada clube (com profissionais competentes e capacitados continuamente), ainda é considerada utópica. Então, se a grande parcela dos gestores não está preparada para o “novo” futebol, qual é o papel de cada profissional inserido (ou que pretende se inserir) no mercado em quaisquer clubes, nas categorias de base, dentre os milhares existentes no Brasil?</p>
<p>O papel de cada um desses profissionais é buscar a elaboração e aplicação de um currículo do atleta. Assim como todo curso profissionalizante, graduação, ensino técnico, médio, supletivo, entre outros, existem conteúdos (disciplinas) que cada atleta deve aprender (de maneira circunscrita ao jogo) para se tornar um grande jogador de futebol.</p>
<p>Além da falta de conhecimento técnico da gestão, outros fatores já conhecidos por quem vive o “ambiente do futebol” podem ser apontados como limitantes para a elaboração do referido material. São eles:</p>
<p>• Falta de comunicação intra comissão técnica, em que predominam preocupações com os fragmentos do jogo em relação ao “todo” da equipe (e jogo);</p>
<p>• Falta de comunicação inter comissões técnicas, em que o treinador do sub-15 pouco se importa com o que está acontecendo no sub-17, nunca assistiu a um jogo do sub-14 e, talvez, nem saiba o nome do técnico do sub-11;</p>
<p>• Ausência de um ambiente de discussões e aprendizagem oferecido pelo clube;</p>
<p>• Futebol profissional desvinculado das categorias de base, em que os treinadores e dirigentes do departamento profissional optam por negociações intermediadas por agentes em detrimento dos atletas formados no clube.</p>
<p>• Lacunas nas idades do processo de formação com manutenção somente das categorias com competições oficiais;</p>
<p>• A pressão por vitórias a qualquer custo como “garantia” de permanência no cargo;</p>
<p>Neste cenário não muito animador, para muitos, “sobreviver” é o grande objetivo. E, seguramente, a sobrevivência não está garantida. Você pode ganhar todos os jogos e a diretoria, de uma hora para outra, ser modificada e você, demitido. Os patrocinadores que financiavam os custos da categoria de base podem abandonar o clube e você, por consequência, perder o emprego. Você pode ser preparador físico do sub-15 e, de repente, receber um convite para integrar a comissão sub-20 que durará somente enquanto houver vitórias. Porém, neste mesmo cenário instável, oportunidades positivas tendem a surgir.</p>
<p>Como, por exemplo, chegar ao clube em que você trabalha um gestor com conhecimento técnico suficiente (acredite que eles já existem!) para saber como um plano coerente de trabalho de formação a médio/longo prazo traz resultados (lucro) e sustentabilidade ao negócio. Esse gestor precisará de pessoas que ponham em prática tal plano de trabalho.</p>
<p>Cresce o número de profissionais do futebol que acreditam que a categoria de base é a grande responsável pelo nosso futuro no cenário futebolístico mundial. Você pode trabalhar ao lado de um destes e não ter ciência justamente por fazer somente a sua função de sobrevivência. Um dirigente (quem sabe um dia algum headhunter) pode procurá-lo para fazer-lhe uma proposta de trabalho por conhecer e acreditar no seu potencial profissional.</p>
<p>Nessa área de atuação, profissionais de destaque do mercado (salvo aqueles que dependem exclusivamente de indicação, amizade ou qualquer outra relação que, lembre-se, faz parte do cenário) devem saber tudo sobre a base, do sub-11 ao sub-20. Devem ter bem definidas quais são as competências necessárias para um jovem, captado do processo de iniciação esportiva e inserido nos processos de transição e especialização, se tornar atleta profissional.</p>
<p>Os primeiros passos são muito simples de serem executados. Uma reunião com sua comissão técnica pode se tornar uma hora de discussão semanal que tem como temática a formação do atleta. Num e-mail para os funcionários da base do clube pode constar um convite para a divulgação da ideia, pois com certeza algumas pessoas têm com o que contribuir. Uma conversa informal com um dos dirigentes do clube pode ser um ótimo momento para demonstrar sua opinião.</p>
<p>Se com esses passos você permanecer sozinho, mesmo assim avance em sua caminhada. Se mais pessoas aderirem à ideia, há um longo trabalho pela frente.</p>
<p>Como início, a definição de todos os conteúdos que um jogador (e equipe) precisa aprender (é bom lembrar que de forma circunscrita ao jogo) para se tornar atleta de alto nível. Marcação zonal, transição ofensiva, relação com a bola, pressing, ultrapassagem, zonas de risco, estratégias, tomada de decisão, lógica do jogo, plataformas, bolas paradas, regras de ação, são simples exemplos para ilustrar a infinidade de conhecimento que, indubitavelmente, precisa ser internalizado.</p>
<p>Após esta trabalhosa, porém, prazerosa definição, diversas reflexões surgirão, dentre elas:</p>
<p>• Qual a plataforma de jogo ideal para iniciar um processo de formação?</p>
<p>• Deve-se sempre utilizá-la durante todas as categorias?</p>
<p>• O zagueiro do sub-11 fará sempre a função de zagueiro ao longo da formação?</p>
<p>• Como classificar os diferentes tipos de jogos elaborados?</p>
<p>• Quando iniciar a aplicação da ultrapassagem?</p>
<p>• Quando iniciar a aplicação do pressing?</p>
<p>• Como definir qual linha de referência de marcação utilizar?</p>
<p>Não bastará definir os conteúdos! Saber distribuí-los em cada categoria, para assegurar que eles se encontram na zona de desenvolvimento proximal dos jogadores de determinada equipe e faixa etária, será fundamental para evitar equívocos.</p>
<p>O que você está esperando? Faça sua parte para que a transformação da base, impulsionada pelas tendências do mercado (Lei Pelé, conhecimento científico, esporte como negócio), beneficie a clubes, atletas e profissionais do futebol.</p>
<p>Para aqueles que acham que tudo isso é bobagem e que não há o que (re)inventar nas categorias de base no Brasil, cuidado: a transformação é inevitável! Para os que utilizam a famosa expressão “o futebol é assim”, ele (o futebol) não é! Já as pessoas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://universidadedofutebol.com.br/2011/06/3,11482,O+CURRICULO+DE+FORMACAO+DO+ATLETA+DE+FUTEBOL++PARTE+II.aspx">Parte II</a></p>
<p><a href="http://universidadedofutebol.com.br/2011/07/3,11519,O+CURRICULO+DE+FORMACAO+DO+ATLETA+–+PARTE+III.aspx">Parte III</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1930/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1930/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1930&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com Júlio Garganta, doutor em Ciência do Desporto</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/06/03/entrevista-com-julio-garganta-doutor-em-ciencia-do-desporto/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 18:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complexidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Processo Sistêmico]]></category>
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		<description><![CDATA[via Universidade do Futebol “No meu ponto de vista, o futebol se joga com ideias. O bom futebol se joga com boas ideias. O mau futebol se joga com más ideias ou sem ideias. Portanto, (no futebol) as questões táticas &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/06/03/entrevista-com-julio-garganta-doutor-em-ciencia-do-desporto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1908&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>via <strong>Universidade do Futebol</strong></p>
<p><span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#333333;line-height:18px;"><em>“No meu ponto de vista, o futebol se joga com ideias.</em></span> <span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#333333;line-height:18px;"><em>O bom futebol se joga com boas ideias.</em></span> <span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#333333;line-height:18px;"><em>O mau futebol se joga com más ideias ou sem ideias.</em></span> <span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#333333;line-height:18px;"><em>Portanto, (no futebol) as questões táticas e estratégicas são fundamentais&#8221;.</em></span> <span style="font-family:'Trebuchet MS';color:#333333;line-height:18px;"><em>(Júlio Garganta)</em></span></p>
<p>A discussão sobre a importância do treino no desenvolvimento do talento esportivo no futebol permeia o ambiente acadêmico e profissional. Entre diversas referências, o Prof. Dr. Júlio Manuel Garganta da Silva tem contribuído de maneira decisiva para esse tipo de análise e reflexão.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cadernodecampo.com/2011/06/03/entrevista-com-julio-garganta-doutor-em-ciencia-do-desporto/"><img src="http://img.youtube.com/vi/ZZr5yfwtxMk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O restante da entrevista inédita e exclusiva com este especialista português pode ser acompanhada <a href="http://www.universidadedofutebol.com.br/2011/06/4,10784,JULIO+GARGANTA++DOUTOR+EM+CIENCIA+DO+DESPORTO+PARTE+I+.aspx" target="_blank">aqui</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1908/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1908/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1908&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Reflexões sobre o Jeito de ser do Brasileiro: em campo e fora dele</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 18:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dirigentes]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andrea Sebben Faz alguns anos li um livro que muito me impressionou e tinha ligação direta com meu trabalho &#8211; chamava-se Brasileiros Pocotó. O livro, de Luciano Pires, era uma coletânea de artigos sobre a mediocridade que assola o &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/05/25/reflexoes-sobre-o-jeito-de-ser-do-brasileiro-em-campo-e-fora-dele/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1898&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Por Andrea Sebben</p>
<p>Faz alguns anos li um livro que muito me impressionou e tinha ligação direta com meu trabalho &#8211; chamava-se Brasileiros Pocotó. O livro, de Luciano Pires, era uma coletânea de artigos sobre a mediocridade que assola o Brasil em seus diferentes momentos.</p>
<p>O que isso tem a ver com o que faço? Sou psicóloga culturalista, cinco anos praticamente fora do Brasil, vivendo nas melhores universidades européias, ajudo hoje executivos expatriados &#8211; ou seja, estrangeiros que chegam ao Brasil ou brasileiros que vão ao exterior por tempo determinado, jogadores de futebol trasladados ao exterior e jovens que vão de intercâmbio. Muitas das empresas que atendemos HSBC, EMBRAER, Nissan, Vivo, Nestlé, Banco do Brasil, Bosch, entendem que nada é mais importante do que a pessoa entender de fato os povos que irão recebê-las. E eu falei entender, não conhecer.</p>
<p>Muita gente acha que basta olhar a etiqueta, a gastronomia, a religião e falar bem um idioma &#8211; de preferência o inglês, não necessariamente o idioma dos nativos (o que por si só já justificaria uma grande gafe), que está apto para entrar no cenário global. Não está. Primeiro passo talvez seja mesmo conhecer o país, mas o mais difícil vem depois: compreender.</p>
<p>&#8220;- Alguém aí pode me explicar o Brasil?&#8221; Dirá um estrangeiro desesperado mergulhado em seus dez primeiros minutos no caos que é o Aeroporto de Guarulhos, onde nós mesmos não nos entendemos. Me explicar, por favor, porque acontecem tantas barbaridades? Alguém pode explicar a um estrangeiro nossa facilidade intrínseca de colocar a responsabilidade no outro e, portanto, nunca responsabilizar-se por nada nem por ninguém. Vocês acham que estou exagerando?</p>
<p>Quantas vezes na sua vida já esteve envolvido em infindáveis telefonemas para os 0800 de telefonia móvel, de internet, de redes de televisão, de clínicas médicas, de órgãos do governo e ouviu: Senhor me desculpa, mas não podemos fazer nada? Ou ainda: desculpa, Senhor, políticas da empresa (quer dizer, não podemos fazer nada novamente.). Ou quem sabe o: Sr, mil desculpas, o sistema não permite (idem ibidem)&#8230; Isso quando a ligação não cai depois de quarenta e dois minutos&#8230;</p>
<p>Ah, Brasil&#8230; Meu papel, como psicóloga culturalista é explicar, aprofundarmos na complexidade do pensamento de cada povo &#8211; porque pensa dessa maneira, porque decide de outra, porque comunica numa outra esfera ainda. Mas fazer isso no papel de brasileira para mim é, ás vezes, motivo de vergonha.</p>
<p>Alguns povos lidam com seu ambiente de uma forma irresponsável &#8211; ou seja: por ele não tenho gerência alguma. Talvez seja uma questão de sorte, talvez de azar, talvez seja tudo culpa do governo mesmo, ou de Deus (que quis assim) &#8211; mas eu? Ah, eu? Eu não conto nada&#8230; Afinal de que adianta reclamar? Vai mudar? Não vai mesmo&#8230; E assim entramos (todos) no infindável ciclo Pocotó que meu colega tanto comenta.</p>
<p>Ao ausentar-me da responsabilidade, naturalmente o segundo passo é procurar o culpado: e assim o fazemos com Deus, com o trânsito, com a filha doente, com o governo, com o fornecedor, com o cliente ou com um ente querido que muito gostamos de evocar: &#8220;a gente&#8221;.</p>
<p>Sempre brinco com meus clientes: a gente quem? Tu e teu guia espiritual? Tu e teu amigo imaginário? Quem é a gente?</p>
<p>Como todos sabem, a língua portuguesa nos autoriza a ter seis pronomes pessoais e o brasileiro &#8211; com sua infinita criatividade criou um sétimo &#8211; a Gente.</p>
<p>&#8220;A gente&#8221; é uma excelente expressão para eximir-se da responsabilidade. Ela não apenas ilude o interlocutor dando a idéia de que &#8220;estou incluído nisso&#8221;, mas ainda melhor ela pulveriza o sujeito, esconde ele, mascara num grupo secreto. Será &#8220;a Gente&#8221; um grupo religioso sectarista ortodoxo que trabalha num porão escuro ás expensas do pobre brasileiro que queria responsabilizar-se, mas &#8220;a Gente&#8221; proíbe?</p>
<p>Quem disse para fazer isso? A gente.</p>
<p>Quem não quis mandar o mail? A gente.</p>
<p>Quem se esqueceu do documento? A gente.</p>
<p>Quem decidiu ir embora mais cedo? A gente.</p>
<p>E como explicar para o estrangeiro o pronome &#8220;A gente&#8221;?</p>
<p>Sempre digo que a gente pode de fato ser um grupo, mas freqüentemente é a própria pessoa que está falando. Mas então porque não usa o &#8220;eu&#8221;? Ah&#8230; Porque &#8220;eu&#8221; não vou me expor dessa maneira. Será que &#8221; a gente&#8221; se dá conta disso?</p>
<p>A responsabilidade, portanto não é lá uma grande virtude em solo brasileiro. É confundida com exposição, com maturidade, com autoridade. Sabe lá (Deus) o que vão fazer se eu me pronunciar? Melhor mesmo é seguir escondidinho aqui.</p>
<p>E num país coletivista, onde o indivíduo vale tão pouco mesmo, acrescentado o fato de que somos jovens, imaturos, um grande adolescente em conflitos de crescimento por que preocuparmo-nos com a responsabilidade? Ah, isso o tempo resolve&#8230;</p>
<p>E sem percebermos, cria-se a cultura da corrupção e da negligência. Corrompem-se as normas da boa conduta, da honestidade, da integridade, do olho-no-olho, do ser escutado e respeitado como cidadão e do que sei que posso contar com você. Á propósito, alguém aí se sente realmente amparado a fim de poder contar com alguém nessas situações?</p>
<p><strong>Vamos ao futebol.</strong></p>
<p>Como disse anteriormente, trabalho nas melhores empresas multinacionais deste país, fazendo o Treinamento Intercultural de presidentes, vice-presidentes, diretores e uma infinidade de pessoas altamente qualificadas que estarão se mudando para o exterior em breve a fim de cumprir suas missões profissionais. Em um público bem diferente deste, faço a mesma coisa com adolescentes entre catorze e vinte e poucos anos que vão para o exterior estudar. E no meio do caminho, tenho um público muito especial que é a fusão de ambos: o jogador de futebol.</p>
<p>Este, similar ao executivo, irá para o exterior com uma sobrecarga de tarefas e responsabilidades que todos sabemos é tão grande quanto, ou se não maior da que o profissional brasileiro da empresa americana que acaba de assumir a presidência na Coréia do Sul. Ou seja: só desafios pela frente, de toda ordem.</p>
<p>Na mesma linha, salários altíssimos e pressões ainda mais para fazer o gol de placa que todos esperam. Concordam? Soma-se a isso o fato de que assim como o executivo, o jogador poderá levar junto sua esposa e seus filhos &#8211; um capítulo ainda mais complexo da novela migratória, que neste caso, começa a assumir contornos diferentes do esperado.</p>
<p>Quando comecei a ofertar nosso trabalho junto aos jogadores e suas famílias – todos eles então sobrecarregados de esperança e pouco municiados em ferramentas sócio-cognitivas ( até pela pouca idade ou pela absoluta falta de experiência com culturas estrangeiras) o resultado natural da oferta, em meu ponto de vista e daqueles com quem conversava era de que todos os envolvidos, fossem eles, os clubes ou os empresários se deleitariam com a possibilidade de mais qualificação e suporte num momento tão importante de suas vidas. Correto?</p>
<p>Infelizmente não. Começam os telefonemas para os clubes brasileiros, cuja telefonista nos passa para a assistente social, que por sua vez nunca está presente e menos ainda retorna nossas chamadas. A cada tentativa, a resposta: “Não sei Sra, quando ela vai estar. Quer deixar recado?” E na ciência de que o recado não seria eficiente, pergunta-se: E como posso fazer para encontrá-la então? A resposta é sempre fatídica: “A gente não tem como prever&#8230;”</p>
<p>Previsões à parte, algumas poucas vezes os telefonemas são atendidos, e não mais que meia dúzia de vezes somos jogadas entre a assistente social e a psicóloga, cujas respostas harmoniosas são: “A gente já faz isso que você está oferecendo”. Mas a gente quem? Você ou a psicóloga?, pergunto. “Nós duas&#8230;” E partíamos dali com a certeza de que nem uma, nem a outra, haviam entendido sequer o que fazíamos.</p>
<p>E finalmente, os empresários, também sócios ativos da “Sociedade Secreta A Gente”, cujas respostas são: “A gente até queria que o jogador fizesse este tipo de trabalho, mas ele não quis&#8230;”&#8230; E podemos falar com ele? “Olha, isso a gente não pode fazer&#8230; É complicado falar com ele.”</p>
<p>Quando podemos encontrar com Sr. Fulano? “Ah, isso é bem difícil&#8230; a gente nunca sabe por onde ele anda&#8230;” E talvez uns sete ou dez meses de telefonemas tentado encontrá-lo para que as respostas sejam: “Acho muito importante esse trabalho, mas sabe como é o futebol, né? A gente quer profissionalizar, quer mudar as coisas&#8230; mas é difícil. Um dia a gente chega lá..”</p>
<p>E termino minha reflexão me perguntando com uma desesperada curiosidade: quem é o futebol? Quem faz esse grupo secreto, inatingível, cujos objetivos todos são truncados pela “gente”?</p>
<p>Quem se responsabiliza pela mudança? Pelo bem-estar do jogador? Pela competência intercultural dele, de sua família? Pela sua qualificação como profissional e como ser humano que o Treinamento Intercultural propõe?</p>
<p>&#8220;Não sei Senhora, não sou eu quem cuida disso&#8221;, ouvimos. Quem cuida então (uma vez que eu estava falando com todos os envolvidos no tema)? &#8220;Não sei Senhora.&#8221; Mas quem se responsabiliza??? &#8220;Também não sei, Senhora.&#8221;</p>
<p>Bem, eu também não sei.</p>
<p>Mas sei que estamos mergulhados numa cultura de exclusão: a exclusão da responsabilidade pessoal, a exclusão do indivíduo, a exclusão da cidadania, a exclusão do auto-respeito, inclusive, que desmoraliza a todos nós quando nos escondemos de nós mesmos. Hoje &#8220;a gente&#8221; se misturou uns aos outros, a palavra do indivíduo pouco vale, o pensamento individual foi banido, a responsabilidade mais ainda, e tudo, &#8211; tudo &#8211; pulverizamos entre &#8220;a gente&#8221; mesmo, que talvez um dia, acabe decidindo por dar mais atenção a competência intercultural de nossos jogadores.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1898/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1898/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1898&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Uso das Informações em Tempo Real</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 16:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complexidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[por Eduardo Fantato, via Universidade do Futebol &#160;&#160; &#8220;Sociedade produz tecnologia, mas homens do futebol têm dificultado serem produtos ou produtores nela&#8221; Esta semana estive acompanhando alguns jogos in loco. Na conversa com técnicos, auxiliares e membros da imprensa também &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/01/25/o-uso-das-informacoes-em-tempo-real/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1803&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <b>Eduardo Fantato</b>, via <a href="http://www.universidadedofutebol.com.br" title="Universidade do Futebol">Universidade do Futebol</a></p>
<blockquote>
<p>
  <img src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/01/fifa_earth.jpg?w=640" alt="fifa_earth.jpg" />&nbsp;&nbsp;</p>
<p>&#8220;Sociedade produz tecnologia, mas homens do futebol têm dificultado serem produtos ou produtores nela&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Esta semana estive acompanhando alguns jogos in loco. Na conversa com técnicos, auxiliares e membros da imprensa também gosto de fazer uma enquete informal sobre o que acham do uso de informação em tempo real, se utilizam, se conhecem, enfim, qual a opinião a respeito.</p>
<p>As reclamações foram bem centradas e direcionadas para a questão da falta de estrutura, que no Brasil é impossível desenvolver algo em tempo real, porque dependem de conexões e infraesturutra segura, etc.</p>
<p>Porém, no local que estávamos tudo isso, não faltava. Aliás, digo que a conexão de internet, a estrutura de tomadas, e tudo aquilo que os profissionais citaram faltar para que o uso do tempo real nas informações pudessem ser úteis, estava ali.</p>
<p>Poderíamos pensar, então, e com razão, a crítica ao profissional que não detém recursos intelectuais para lidar com esse tipo de informação ou algo como uma falta de atualização para lidar com a tecnologia. Confesso que minha primeira reação foi de imediato caminhar para esse rumo. O que não deixaria de ter um fundo de verdade.</p>
<p>Entretanto, o que mais me chamou a atenção foi mesmo a falta de cultura, e digo o porquê isso pesou mais em relação ao segundo item comentado. Se os profissionais não soubessem ou não tivessem acesso, não estariam utilizando uma série de recursos em tempo real. Chats online, Twitter, Facebook, enfim, tudo funcionando com a estrutura que eles julgam precária quando pensam em informação estatística para análise do jogo. O que sabemos muito bem, não precisa de nada além do que faz rodar ali esses outros serviços.</p>
<p>Tampouco estava diante de um grupo de pessoas “analfabetas tecnologicamente”, pois ali estavam com celulares modernos, netbooks, notebooks, iphones, ipads, etc. Na hora que começou o jogo, tudo foi deixado de lado e retomado após o término ou nos intervalos que permitiam seu manuseio.</p>
<p>Isso me leva a questões que começamos a levantar no texto da semana passada: será que não se desenvolve esse campo por falta de estrutura ou de pessoal que saiba manusear?</p>
<p>Embora aquele possa ser o argumento para muitos que militam no meio e este outro o argumento de outros que estudam e atuam no segmento, como este autor que vos escreve, a verdade é que tanto estrutura e pessoas aptas para lidar com os recursos ali estavam.</p>
<p>Então, o que falta? Não tenho uma resposta clara e precisa, gostaria sinceramente de tê-la, mas não fugirei de emitir minha opinião. Acredito que falte uma cultura de lidar com estatística esportiva, e o termo cultura aqui pode ainda que superficialmente lembrar os conceitos de Geertz na Antropologia, contato este que tive através das aulas do professor Jocimar Daolio, sobre o homem ser produto e produtor de cultura.</p>
<p>A sociedade hoje produz tecnologia, mas parece que os homens do futebol têm dificultado serem produtos ou produtores nela em seu meio. Sei que recorri a um argumento das ciências humanas, muitas vezes recusado no meio esportivo de alto rendimento, mas não tenho receio de me basear nele, pois primeiramente acredito na sua contribuição, e para quem ainda precisa de mais referências, fico com as defesas de Jose Mourinho e Manuel Sergio às ciências humanas no futebol.</p>
<p>Talvez pensar o futebol por essa perspectiva ajude a compreender o papel da tecnologia, da informação estatística, por mais paradoxal que isso possa parecer. Continuemos o debate em outro momento para esmiuçar esse paradoxo de como uma tecnologia pautada em informação objetiva e até certo ponto positivista pode ser mais bem entendida quando a partir de uma análise mais humana – ainda que esse termo me cause arrepios, porque tecnologia não deixa de ser humana em nenhum momento, mas isso são outros quinhentos&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1803/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1803&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Futebol, Carreira Profissional e Recursos Humanos</title>
		<link>http://cadernodecampo.com/2011/01/13/futebol-carreira-profissional-e-recursos-humanos/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 16:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionalização]]></category>

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		<description><![CDATA[via Universidade do Futebol &#8220;Uma mensagem às instituições de futebol e seus (futuros) colaboradores.&#8221; O que se espera dos profissionais hoje em dia é que sejam especialistas, mas ao mesmo tempo sejam interdisciplinares, multifuncionais, suportem bem as pressões e dificuldades, &#8230; <a href="http://cadernodecampo.com/2011/01/13/futebol-carreira-profissional-e-recursos-humanos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1800&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>via <a href="http://www.universidadedofutebol.com.br/ConteudoCapacitacao/Artigos/Detalhe.aspx?id=14933&amp;p=" target="_blank">Universidade do Futebol</a></p>
<blockquote>
<p>
  <img src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/01/screen-shot-2011-01-13-at-14-24-19.jpg?w=640" alt="Screen shot 2011-01-13 at 14.24.19.jpg" /></p>
<p>&#8220;Uma mensagem às instituições de futebol e seus (futuros) colaboradores.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>O que se espera dos profissionais hoje em dia é que sejam especialistas, mas ao mesmo tempo sejam interdisciplinares, multifuncionais, suportem bem as pressões e dificuldades, sejam críticos e criativos, tenham grande rapidez de resposta, adaptem-se aos processos interculturais e de globalização e, sobretudo possuam uma alta capacidade de aprendizagem.</p>
<p>O setor de Recursos Humanos (RH) nas empresas evoluiu, nas últimas décadas, do antigo e jurássico “departamento pessoal”, limitado em suas ações, como simplesmente contratar e dispensar funcionários, para uma visão muito mais ampla e complexa nos dias atuais.</p>
<p>Atividades como recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento, pesquisa, remuneração, desligamento, tornam-se cada vez mais estratégicas para as empresas que procuram disputar, com competência, espaços no mercado.</p>
<p>No futebol, e particularmente nos clubes que procuram se modernizar, buscando regulamentar adequadamente e profissionalizar todos os seus processos, isto não será diferente nos próximos anos.</p>
<p>Não obstante o futebol brasileiro ter produzido até aqui profissionais de diferentes áreas de atuação de destaque (treinadores, preparadores físicos, fisioterapeutas, gerentes, supervisores etc.), o certo é que, em se mudando o modelo de gestão dos clubes, adequando-os às exigências empresariais mais modernas, também se fará necessário mudar o perfil profissional de seus colaboradores, para a obtenção de excelência e melhores resultados no futuro.</p>
<p>O que deve ficar claro para quem busca por oportunidades no mercado é que as soluções para os problemas de produtividade se encontram fundamentalmente no trabalho mais inteligente, participativo, integrado e sinérgico, o que significa melhor educação, melhor treinamento; enfim, melhores processos de capacitação profissional.</p>
<p>A tendência é que a melhora nestes aspectos, em um futuro bem próximo, não fique apenas por conta das iniciativas autônomas e individualizadas dos próprios profissionais, de maneira isolada. Vai exigir também a atuação efetiva de um setor moderno de recursos humanos (gestão de pessoas), dando suporte para a construção de perfis profissionais compatíveis com a missão e finalidades básicas dos clubes, ou seja, resultados esportivos expressivos e resultados financeiros consistentes.</p>
<p>Esta é uma tarefa que implica em um processo de mudanças culturais que não ocorre do dia para a noite. É necessário, portanto, planejamento estratégico, investimentos e trabalho, para que ocorram mudanças significativas deste cenário. Tais ações, com certeza, trarão uma vantagem competitiva enorme em relação àqueles que ainda entendem que este fator pode ser resolvido de forma espontânea ou amadorística.</p>
<p>Eis alguns dos campos a serem incluídos em um sistema renovado de gestão de recursos humanos ou gestão de pessoas:</p>
<p>• Recrutamento e seleção, buscando-se no mercado profissionais que possuam qualidades reais ou potenciais para desempenhar tarefas compatíveis com o planejamento das instituições (clubes, federações etc.), feita por head-hunters (1) e profissionais especializados.</p>
<p>• Sistema de remuneração e administração de benefícios, que permita a criação gradativa de uma política que supere a relação caótica, desigual e muitas vezes injusta que ainda impera no mercado.</p>
<p>• Registros de pessoal e descrição dos cargos e funções conforme diretrizes de um bem executado planejamento operacional e um plano de modernização e profissionalização sintonizado com as demandas atuais de alta competitividade.</p>
<p>• Serviços de Segurança, Medicina do Trabalho e Serviço Social que garanta um alto grau de produtividade dos funcionários, profissionais e atletas de uma forma geral.</p>
<p>• Treinamento e desenvolvimento (capacitação), através de reuniões, cursos, seminários internos e externos, possibilitando adequar o perfil profissional de cada um às exigências das diversas instituições e mantendo todos atualizados e preparados para o ambiente altamente competitivo do esporte profissional.</p>
<p>• Administração das rotinas de trabalho tendo-se como base as exigências das legislações trabalhista e previdenciária vigentes e legislação esportiva brasileira (Lei Pelé etc.), envolvendo:</p>
<p>&nbsp;&nbsp;As rotinas administrativas, propriamente ditas;</p>
<p>&nbsp;&nbsp;A administração de encargos trabalhistas;</p>
<p>&nbsp;&nbsp;A administração de encargos previdenciários;</p>
<p>&nbsp;&nbsp;A administração dos contratos de trabalho existentes e os que virão a existir, tendo-se como objetivo minimizar o passivo jurídico-trabalhista em futuras reclamações.</p>
<p>Enfim, para estruturar este setor nos clubes e instituições esportivas é preciso que se busque no mercado, profissionais capacitados e preparados para as exigências e demandas do futebol profissional e altamente competitivo deste século XXI.</p>
<p>Neste sentido, profissionais especializados em gestão de pessoas, com conhecimentos consistentes em psicologia organizacional e intercultural parecem absolutamente indispensáveis nos dias de hoje.</p>
<p>Por outro lado, é fundamental que aqueles que estão em busca das melhores oportunidades do mercado, em qualquer que seja a área escolhida para atuação (2), deverão estar sintonizados com estas mudanças, buscando permanentemente sua capacitação e, assim, aumentando suas chances de ser bem sucedidos em um mercado cada vez mais competitivo.</p>
<p>(1) Head-hunters no futebol – São profissionais que buscam no mercado por treinadores, dirigentes, técnicos, atletas, pedagogos, fisioterapeutas, especialistas e demais profissionais nesta área.</p>
<p>(2) Em breve a Universidade do Futebol publicará o Guia das Profissões no Futebol, contendo mais de 50 carreiras ligadas as diferentes áreas profissionais no futebol.</p>
<p><a href="http://www.elancers.net/frames/universidadedofutebol/frame_geral.asp" target="_blank">Banco de Empregos e Talentos do Futebol</a></p>
<p><a href="http://www.elancers.net/frames/universidadedofutebol/frame_geral.asp" target="_blank"></a> <img src="http://daiotega.files.wordpress.com/2011/01/screen-shot-2011-01-13-at-14-27-05.jpg?w=640" alt="Screen shot 2011-01-13 at 14.27.05.jpg" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daiotega.wordpress.com/1800/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daiotega.wordpress.com/1800/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cadernodecampo.com&#038;blog=6527960&#038;post=1800&#038;subd=daiotega&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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