Tomou?


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“O bom rendimento nos estudos é obrigatório para continuar no time.”(César Cielo, nadador brasileiro e recordista mundial nos 50m livres)

A matéria de hoje do Globo Online “Lugar de Atleta é na Universidade” reforça que o desempenho dos atletas necessariamente está conectado a educação. A resposta para a pergunta inicial da jornalista Marta Reis – o Brasil pode se tornar uma potência olímpica? – passa pela escola, numa tabelinha entre esporte e educação.

Segundo a chefe do departamento de estudos do lazer da Faculdade de Ed. Física da Unicamp – Heloísa Reis, “o esporte sempre foi considerado segunda classe dentro do ambiente acadêmico e o desinteresse é maior nas instituições públicas, que ainda por cima, não podem conceder bolsas para os atletas como fazem as particulares. O ingresso deve ser feito através do vestibular. Isso reflete a falta de cultura esportiva do país.”

O texto está recheado de comparações interessantes entre países que gastam milhões em busca das medalhas de ouro nos grandes eventos esportivos e aqueles que tem no esporte a extensão da educação e de seu desenvolvimento sustentado e que, também investem grandes somas em busca das mesmas conquistas.

Ao final do texto, Heloísa Reis cutuca muita gente: “Qualquer iniciativa que invista na educação dos atletas é importante. O que não pode acontecer de jeito nenhum é a produção de jogadores burros e semi-analfabetos, como no futebol. Neste caso, há um total desinteresse dos dirigentes para que os atletas estudem. Afinal, quanto menos sabem, mais facilmente podem ser manipulados pelos empresários e cartolas.” – critica a professora.

Tomou?

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